Monday, November 01, 2010

ÉMERSON SARMENTO ††† Guardião das Artes†††

Das vezes que te li
Nuas páginas retorcidas
D'algum gesto metrificado
Seguia ao lado
Rastros de sangue 
Do mais profundo amor
Eternizado
E como um menino maltrapilho
Poetizavas pétalas de algum remédio
Que curasse, não só o tédio,
Mas, dos imortais, as dores...
E o Vale sorriu
Sem querer sorrir
Se abriu
Querendo fugir
Rendendo-se aos seus encantos
E as suas côres... 

3 comments:

Emerson Sarmento said...

-

Que coisa mais linda.
Me faltaram palavras,pois todas elas(as mais lindas),foram ditas por você!
Fico muito honrado.
Beijo Me!

Me Morte said...

Vc merece!
Uma vez eu prometi te fazer guardião, mas...costumo fazer isso homenageando com um poema inspirado...bem, o momento foi esse.
Beijo

Sr. Strega said...

Lindo Poema!!! Indescritível!